Confiar em Deus


Se o processo de discernimento é “escuta”, então torna-se essencial a confiança n’Aquele a quem escutamos, Deus e a sua vontade. Falar na “vontade de Deus” traz sempre o perigo de vê-la como predestinação ou imposição, a ser aceite com resignação ou por receio. Mas isso significaria imaginar Deus como um “tirano”, imagem afinal muito distante da do “Pai próximo” a que Jesus se referia constantemente. Um Deus-Pai que nos quer dar “a vida em abundância”, com ânimo e alegria interior. [...]